terça-feira, 3 de agosto de 2010

Programa Especial - Mário Barbará


Voz afinada, suave e timbre marcante. Assim é o intérprete das canções mais emblemáticas e premiadas do cancioneiro gaúcho. Mário Barbará é sem dúvida o maior compositor de sucessos da música feita no Rio Grande do Sul, entre as composições: Desgarrados, Colorada, Era Uma Vez, Querência Maior, Roda Canto e muitas outras.

Ele começou a cantar profissionalmente ainda na adolescência e em seguida já participava de Festivais de Música, e não demorou muito para emplacar seus primeiros sucessos e de grande repercussão.



O Raízes do Sul neste final de semana irá apresentar um especial com o cantor. O apresentador do programa, Gabriel Moraes salienta a importância de Mário Barbará na reafirmação da música nativista. "Ele é um dos nomes mais queridos e aplaudidos no cenário gaúcho. Além disso, é um dos grandes responsáveis pelo respeito que as pessoas têm à nossa música nativista gaúcha, por isso deve ser referenciado".



Durante o programa Mário cantou grandes clássicos, entre eles Roda Canto de 1975, Era Uma Ves de 1981 e Palavra Bem Dita de 1984. O Raízes do Sul irá neste domingo, dia 08 de Agosto - a partir das 9 horas da manhã pelo Agrocanal.


Quietude e timidez também são suas características, porém as canções falam por ele, que tem como fiel e companheiro o seu violão que faz a sua música ecoar entre os pampas e as coxilhas.



domingo, 1 de agosto de 2010

Mais uma Coxilha...


A música nativista em evidência. Após oito noites de muita música e exaltação à cultura gaúcha, encerrou na madrugada deste domingo em Cruz Alta/RS, a 30ª Coxilha Nativista, um dos principais festivais do Rio Grande do Sul com objetivo de projetar novas canções e destacar o trabalho de instrumentistas, compositores e intérpretes.



Durante a Coxilha Nativista o nosso blog fez a cobertura completa, com postagens sobre a Mostra Histórica que trouxe ao palco grandes nomes da música gaúcha e que ganharam projeção no festival, acompanhamos também as fases classificatórias e a grande final do evento.


O consagrado Adair de Freitas que ganhou destaque especial na Coxilha e Pirisca Grecco o grande vencedor desta edição.

Veja agora o resultado das 15 composições concorrentes:


1º lugar - O Arco e a Flecha - Pirisca Grecco

2º lugar - Sem Tempo - Émerson Martins

3º lugar - Encontro de Gerações - Adair de Freitas

Música Mais Popular - Encontro de Gerações - Adair de Freitas
Melhor Instrumentista - Texo Cabral
Melhor Intérprete - Émerson Martins
Melhor Indumentária - Adair de Freitas

Melhor Conjunto Vocal - O Arco e a Flecha
Melhor Melodia - Sem Tempo

Melhor Arranjo - Sonho Matreiro

Melhor Letra - O Arco e a Flecha

1º lugar fase local - Há um Jeito de Ser do Sul - Fabiana Lamaison

2º lugar fase local - Menino da Rua - Tuny Brum

3º lugar fase local - Pra Repontar a Esperança - Vinícius Hoch

sábado, 31 de julho de 2010

30ª Coxilha Nativista - sétima noite de grandes espetáculos


A sétima noite da 30ª Coxilha Nativista reservou ao público grandes supresas. A abertura do festival foi com apresentações de danças do grupo Passion Gaúcha, que encantou o público.

Foram 12 apresentações de grande qualidade e com arranjos muito bem trabalhados. A fase geral da Coxilha trouxe ainda ao palco Jayme Caetano Braun, renomados e novos nomes da música nativista, com destaque para o suave timbre de voz da intérprete Shana Müller, a única mulher cantora da noite.

Mas o grande momento da noite foi o tão aguardado show de encerramento. Renato Borghetti, Arthur Bonilla e convidados impressionaram com uma incrível coletânea de músicas instrumentais, sob o acompanhamento de flauta e percussão.


sexta-feira, 30 de julho de 2010

A gurizada deu show!


Um verdadeiro espetáculo! Quem foi ao Ginásio Municipal na noite de ontem acabou se surpreendendo com o talento das jovens promessas. As apresentações da categoria “piá” e “piá taludo” mostraram que idade não é obstáculo para iniciar a carreira na música. Muito pelo contrário: os guris e as gurias fizeram show de gente grande!


Sob o olhar atento dos adultos, os jovens superaram a timidez, que é bem comum na infância e adolescência, e se mostraram muito à vontade no palco da Coxilha. Eles ainda têm espinhas no rosto e alguns usam aparelho dental, mas perante o microfone as aparências juvenis são deixadas de lado, tamanho o talento da gurizada.


Miguel Marques finalizou a noite com uma excelente apresentação. O diferencial ficou por conta com a interação do público, que recebia nas arquibancadas a companhia e o carinho do ícone nativista.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

30ª Coxilha Nativista - Definidos os finalistas da fase local


A noite de ontem foi reservada para os competidores da Fase Local da Coxilha Nativista. O público compareceu em peso para prestigiar artistas da região que almejam conquistar a categoria local. Foram 10 apresentações, três delas selecionadas para a final. São elas:

Há um Jeito de Ser do Sul
Letra: Jorge Nicola Prado
Música: Edison Macuglia
Intérprete: Fabiana Lamaison de Moraes


Pra Repontar a Esperança
Letra: Maria Iliria Peres Barreto
Música: Beto Barcellos
Intérprete: Vinícius Franco Hoch


Menino da Rua
Letra: Rubens Dario Soares (In Memorian)
Música: Carlos Machado
Intérprete: Tuny Brum

A grande final é no próximo sábado (31/07). Nessa data serão divulgadas as vencedoras nas categorias Local, Piá, Piá Taludo e Geral.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Que comecem as competições!


Após quatro noites de Mostra Histórica, onde foram relembradas as canções-ícones da Coxilha Nativistas, a fase competitiva inicia hoje. São 38 apresentações concorrendo nas categorias Local (10 apresentações hoje), Piá/Piá Taludo (16 apresentações, amanhã), além da fase Geral (12 apresentações, sexta-feira). Sábado serão divulgadas as campeãs e as vencedoras se apresentam novamente. Um show de César Oliveiro e Rogério Melo fecha a 30ª edição da Coxilha Nativista.


De Já Hoje

O destaque da última noite da Mostra Histórica foi a 5ª música apresentada, a lendária “De Já Hoje”, de Adair de Freitas. O grande clássico na música nativista gaúcha foi apresentado na 4ª Coxilha e a composição completou 26 anos no mesmo palco onde nasceu. Motivo de orgulho para Adair, que brindou o público com uma apresentação emocionante.

Nostalgia e Relembranças na 30ª Coxilha Nativista


Ao escutar novamente obras como “Bailanta do Tio Flor” e “Entrando no Bororé” na voz de Elton Saldanha, o público reviveu a primeira edição da Coxilha Nativista. Trinta anos depois da estreia do festival, Saldanha trouxe ao palco uma época onde o nativismo buscava espaço e o futuro da tradição gaúcha era incerto. O sucesso foi tanto que a Coxilha Nativista chega à sua terceira década de forma ininterrupta, acontecimento inédito em festivais nativistas.


As noites de Mostra Cultural também reservaram outras grandes atrações que iniciaram aqui mesmo, em holofotes cruz-altenses. O festival de Cruz Alta serviu ao longo dos anos não só como espaço para cultivar as tradições, mas como ponto de partida para muitas composições que hoje são reconhecidas no Brasil e até mesmo em outros países da América Latina. É o caso de composições como “Batendo Água”, “De Já Hoje” e “Tropa Ponta Cortada”.

Outras melodias também merecem destaque, como “Gritos de Sentinela” e “Baldas de Potro Cuiudo”. A última foi apresentada na 26ª edição da Coxilha e transformou Joca Martins em um dos grandes intérpretes da nova geração.


Resgatando essas canções que fizeram história em Cruz Alta, muitos sentiram aquela velha sensação de nostalgia e de relembranças do passado. Momentos que aconteceram nos anos 70, 80 e 90 voltaram à tona na memória dos presentes, que só tem a aplaudir o espetáculo.


O show de encerramento teve participação internacional: ícone da música latina, a argentina Teresa Parodi fechou a terceira noite da Coxilha Nativista em grande estilo: tudo com uma apresentação toda especial e com o charmoso sotaque espanhol.